Business Intelligence é o caminho para a comunicação estratégica
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Olhar para os números não é mais uma opção para profissionais e agências de comunicação, é uma necessidade 

Passamos por muitas mudanças nos últimos anos. Com a internet e os dispositivos móveis mais acessíveis, as interações humanas foram elevadas a outro nível. Com isso, a forma como nos comunicamos, como nos relacionamos e até como consumimos mudou de maneira significativa. Como você pedia uma pizza há 10 anos e como pede hoje? O que mudou na forma de interagir com seus amigos nesse mesmo período? Seja como for, isso está sendo registrado no mundo digital. 

 De acordo com a empresa de consultoria Gartner, só nos próximos seis minutos serão gerados 9,1 mil terabytes de novos dados. Em meio a essa enxurrada de informações, empresas de todos os segmentos buscam desenvolver uma visão mais “data-driven”, ou seja, esperam tomar suas decisões baseadas em dados. Sobrou até para o pessoal de humanas! 

Ter uma visão analítica é essencial mesmo para quem sempre correu das aulas de matemática. Olhando e interpretando os dados, profissionais de comunicação podem ser mais assertivos em suas criações, conseguem entender qual métrica é relevante para o seu projeto e aprimoram a experiência de seus clientes. Mas afinal, você sabe quais números fazem a diferença para a sua marca? 

Para não se perder em meio a tantas referências disponíveis, vamos entender de fato a importância do Business Intelligence, mais conhecido como BI, na comunicação.  

 

O que é Business Intelligence? 

Business Intelligence (BI), ou Inteligência de Negócios, é uma das tendências da transformação digital e vai além da coleta, organização e monitoramento de dados. É a arte de transformá-los em insights que auxiliam na tomada de decisão. 

Muitas ferramentas auxiliam esse processo de extração de dados, e a falta delas ou o baixo investimento em novas tecnologias e qualificação de profissionais são desafios que o mercado publicitário enfrenta ao tentar aplicar as estratégias de business intelligence. No entanto, mais importante que uma ferramenta robusta, são as pessoas, ou seja, a capacidade dos profissionais em interpretar informações para tomar decisões melhores. 

A combinação entre humanos e máquinas, ou seja, pessoas com visão analítica sendo auxiliadas por ferramentas de BI é o cenário perfeito para uma estratégia assertiva. Não existe uma fórmula padrão, mas as etapas listadas abaixo podem ser o pontapé inicial: 

1.Certifique-se que todos da equipe entendam a necessidade do pensamento baseado em dados 

Não adianta adquirir a ferramenta mais completa do mercado se a própria equipe não faz ideia do que fazer com os gráficos e relatórios gerados. Só com todos na mesma página será possível sistematizar a nova forma de olhar para os negócios. Além disso, trabalhando dessa forma, as diferentes equipes poderão colaborar entre si e, assim, deixar o processo ainda mais efetivo. 


2.Encontre as métricas que fazem sentido 

É a partir das métricas que você vai definir seu KPI –  Key Performance Indicators. Assim, será possível orientar o trabalho das equipes e avaliar se está sendo bem executado. Não há uma regra para essa definição, afinal, vai depender do segmento, do cliente, do objetivo… Então, concentre-se em promover a interação entre os analistas de BI, as equipes de planejamento, os criativos e quem mais você considere importante para somar! 


3.Defina seu sistema de BI
 

Já reforçamos a necessidade de que todos entendam a importância de uma visão analítica, mas ter profissionais especializados em BI permite que a implementação da metodologia de dados seja simplificada e que a sua adesão seja eficaz.  

Também é importante oferecer capacitação aos demais profissionais para que eles ganhem autonomia, e estudar bastante cada um dos clientes. Afinal, se bem utilizada, a nova metodologia fará uma enorme diferença nos resultados. 

 

Importância do Business Intelligence na comunicação  

Muitos profissionais de comunicação ainda se baseiam em suas experiências no mercado para tomar decisões, sejam criativas ou estratégicas. E muitas vezes eles acertam. Mas, em um mercado competitivo como o atual, ser o mais assertivo possível é o que vai te diferenciar da concorrência. 

Para Paulo Marcondes, analista de BI aqui na CDI, o uso de dados tem o mesmo objetivo seja qual for o segmento da empresa: “Trabalhar com dados geralmente tem os mesmos erros e acertos. Porque os dados fornecem as mesmas coisas em todas as áreas: insights e indicativos do que funciona e o que não funciona. Então a diferença de trabalhar com dados numa fábrica e com comunicação, na prática, é quase nula”.  

Ainda que sejam importantes, sobretudo para trazer agilidade aos processos, é possível desenvolver uma visão analítica sem o auxílio de ferramentas de BI. Os dados podem vir das necessidades dos clientes, das condições atuais do mercado, de aspectos econômicos e tecnológicos, do comportamento do público nas redes sociais, do comportamento do público no Google ou até do nível de abertura de e-mails marketing. Com ajuda das ferramentas – ou mesmo dashboard e planilhas criadas por profissionais de BI – todas essas informações serão organizadas de forma a “traduzir” as informações úteis para que outros analistas possam interpretá-las.  

Hoje é uma tendência os relatórios em formato de dashboard, mas para que serve um dash? E o mais importante: como se cria um dash? Precisamos dos dados. Esses dados são colhidos a partir de qualquer coisa: quantas matérias em um veículo X, quantas matérias sobre determinados assuntos, em digital, engajamento, interações”, acrescenta Marcondes.  

Não há como negar: estamos vivendo a década dos dados. O futuro já está acontecendo e o fluxo constante de informações movido por dados é uma realidade, porque é isso que hoje nos torna capazes de gerar estratégias inteligentes para atingir objetivos claros. E aí, você já está se preparando? 

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